O Senhor nos salvou de uma tão terrível condição e nos deu livre
acesso ao coração do Pai.
A partir do dia em que Ele nos alcançou, nós deixamos de viver para
nós mesmos, nossos planos mudaram, nossos anseios mudaram. A Salvação não é
algo casual, como colocar uma moeda numa máquina de Coca-Cola, aguardar a latinha
sair e continuar a vida. A Salvação também não é o fim da caminhada do homem, do
tipo “agora sou salvo, posso continuar meu rumo independente”. A Salvação é
apenas o início do caminho, a porta de entrada, onde após termos este acesso,
todas as outras decisões e escolhas se basearão no fato de sermos salvos.
Vejo que com frequência buscamos caminhos alternativos aos que a cruz
nos apresenta. A Salvação é o plano de Deus para o homem voltar-se para o
centro do amor de Deus, aonde tudo provém Dele e tudo emana para Ele.
Como podemos ver isto aplicado em situações do dia-dia? Devemos
colocá-lo dentro das escolhas do nosso cotidiano. Sem hipocrisias, acho que
nunca na minha vida orei a Deus questionando sobre que roupa usar em algum
culto ou que camisa xadrez deveria comprar, mas sem dúvidas, quando fui
escolher minha graduação orei a Ele, quando fui investir em alguma coisa de
valor, também orei a Ele, quando entrei em alguma enrascada então, sem dúvidas
orei a Ele. Estas situações nos trazem a tona à realidade de Deus e o quanto
seríamos mais seguros se orássemos a Ele em situações mais simples.
A partir de experiências com Deus, começamos a entender que o nosso
caminhar, não é mais um anárquico caminhar, mas sim um caminhar reverente, o
qual deve explicações e busca explicações do Dono de tudo. O Chefe é aquele Paizão
que nos ensina com amor e fervor, com justiça e bondade, para ganhar o nosso ser completamente para Ele, onde nossos erros são nossas
maiores lições e nossos acertos são a rota para que possamos ter a Salvação
completamente aplicada no nosso viver.
