terça-feira, 18 de outubro de 2011

É fácil sorrir...

"Levou-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor"
Cantares de Salomão - 2:4

Cântico dos Cânticos. Lembro-me da primeira vez que li esse livro cuidadosamente. Eram dias difíceis, de mudanças, tais como os de hoje. Mas o interessante que uma coisa não muda, o Senhor.
A cabeça de hoje está mais ocupada que a de outrora, mas o ardor no coração mantém-se. Pode ser que tenhamos uns dias mais próximos do Senhor, outros nem tanto, os altos e baixos. Só que o incrível é o Senhor, que não muda, Ele está ali de braços abertos com Sua proteção para nós, se nós assim obedecermos.
E esta á segurança da salvação, ver que o Senhor não muda. Ele era, é e sempre será. Ele está aonde ninguém pode estar, Ele sonda aonde ninguém pode sondar e Ele ouve aquilo que ninguém pode expressar!
Fui chocado por Cantares 2 há uns 3 anos, mais ou menos. Lia este livro aqui no mesmo Uno vermelho, no mesmo estacionamento com as árvores sem folhas por causa do frio e no mesmo momento pré-aula da "facul". O amor do Senhor é indescritível! É como aquela macieira em meio ao campo, onde o sol queima a todos e o único lugar de descanso é embaixo dela. É lá e somente lá que há fruto o tempo inteiro. É lá embaixo da sombra do Senhor que encontramos descanso e saciamos a nossa alma. Então quando estamos ali, descansando, Ele nos conduz a uma casa, com um banquete de graça e a bandeira que Ele traz sobre nós é o que? É o amor.
Então, por mais que saiamos da Sua sombra, por indisciplina, desobediência e insensatez, temos um advogado perante o Pai, que intercede por nós dia e noite e que nos garante livre acesso ao coração do Pai. Louvado seja Deus!

A seguir, uma música. O cantor deixa um pouco a desejar, mas a letra compensa.

"É facil sorrir, quando a gente acredita que Deus toma conta da nossa vida..."

sábado, 1 de outubro de 2011

Pecadinho de estimação...




"Havia o silêncio que mostrou os meus vícios, me agarro Contigo vem, me socorra agora..."
Tenho observado como o mundo nos pressiona e como reagimos a esta pressão de diferentes maneiras.
Há os que se entregam e deixam a vida lhes levar, há os que lutam, como brasileiros, e não desistem nunca e há os que se deixam levar pelos escapes da carne. Como assim? Na pressão é revelado o escape do ser humano. Alguns quando ansiosos ou sob pressão começam a comer desenfreadamente, outros recorrem ao álcool e afogam suas mágoas, tem aqueles que a pornografia suga a alma e só devolve o bagaço.
Quando Jesus entra na casa e nos ilumina com Seu resplendor, Ele varre a sujeira e o pecado que antes era a lei da nossa vida e nos chama para a lei perfeita da liberdade (Tg 1:25). Mas tem casos que não deixamos Ele levar algo porque gostamos. Falamos algo do tipo: "Leve de tudo, exceto este item, eu gosto tanto dele...". Eis o pecadinho de estimação. Ele está ali, latente, a espera de você no primeiro deslize. Ele provavelmente é secreto, só você e Deus sabem que ele existe, você não gosta muito de falar dele para Deus, mas o pecadinho está lá.
O Senhor nos avisou que no mundo teríamos aflições, mas também falou para termos bom ânimo, há um jeito de ser socorrido. A diferença entre o vício e o hábito é que um está para a morte da alma assim como o outro está para o benefício dela. Um bom hábito é disciplina, um mal hábito é um vício e, por conseqüência, um pecado, pode ser um pecadinho mas ainda sim um pecado e que deve ser tratado.
Cristo está de braços abertos para nos aliviar o fardo e a pressão secular a que somos expostos, o jugo do Senhor é leve e agradável se assim confiarmos Nele e deixarmos Ele conduzir as nossas vidas.
Sejamos sinceros perante Ele, sem hipocrisia, sem se esconder atrás da capa da religiosidade e confessemos tudo a Ele, todos os pecadinhos de estimação mais sombrios afim de alcançarmos misericórdia e Ele é grandioso em amor e misericórdia. Tenhamos nossa alma refrigerada pelo Espírito do Senhor enchendo a casa, o lugar de Deus, pois Ele é nosso fiel amigo, Ele só, Ele só.